Clipping - 31/05/2017

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Diário Catarinense




Floripa News / Diário do Congresso / Jornal da Trindade

Geral


Fonte: Exame

Confiança empresarial sobe 1,2 ponto em maio ante abril, diz FGV

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) avançou 1,2 ponto em maio ante abril, alcançando 86,4 pontos, informou nesta quarta-feira, 30, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado representa o maior nível desde dezembro de 2014, quando estava em 87,7 pontos.

O ICE agrega os dados das sondagens da Indústria de Transformação, Serviços, Comércio e Construção. O novo indicador passa a ser divulgado a partir desta quarta, com periodicidade mensal.

“A confiança empresarial manteve em maio a tendência de alta observada desde o início do ano. A boa notícia é a redução virtuosa da distância, ainda grande, entre o nível dos indicadores que medem a percepção sobre o presente e os de expectativas. A má notícia é que a maior parte da coleta de dados para o fechamento deste mês já havia sido realizada quando uma nova crise política foi deflagrada no país, em 17 de maio.

O aumento da incerteza provocado por eventos desta natureza tende a impactar negativamente as expectativas”, avaliou Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).

O cálculo do Índice de Confiança Empresarial leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

Em maio, a maior contribuição para a alta da confiança empresarial foi do Índice de Situação Atual (ISA-E), com alta de 1,1 ponto ante abril, para 80,2 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-E) subiu 0,3 ponto, alcançando 95,0 pontos.

O distanciamento entre a percepção atual dos empresários e as expectativas é visto também nas quatro sondagens que compõem o resultado empresarial.

A sondagem com a maior diferença entre expectativas e percepção atual é a da Construção, com 20,9 pontos de distância; seguida por Serviços, com 13,8 pontos; Comércio, 11,9 pontos; e Indústria, 6,7 pontos.

Entre os segmentos, a melhora da confiança empresarial ocorreu na Indústria e nos Serviços. No Comércio, houve queda de 0,5 ponto, após acumular um aumento de 10,2 pontos nos três meses anteriores. Já a Construção permanece com resultado inferior, retratando ainda o clima de recessão, completou a FGV.

Entre os 49 subsetores pesquisados, houve alta da confiança em apenas 22 e queda em 26. A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 4.932 empresas dos quatro setores, durante os dias 2 e 25 de maio.


Fonte: Exame

Veja quais fundos perdem da Poupança com Selic a 10,25%

Mesmo com a redução da taxa básica de juros Selic de 11,25% ao ano para 10,25% ao ano, muitos fundos de renda fixa vão continuar se destacando frente à caderneta de poupança.

Entretanto, nas aplicações de baixo valor, para as quais os fundos cobram taxas de administração mais elevadas, a caderneta de poupança vai continuar sendo uma excelente opção de investimento.

A vantagem da caderneta ocorrerá principalmente sobre os fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 1,5% ao ano, e nos prazos mais curtos, nos quais o imposto de renda sobre fundos é maior, estima a Associação Nacional dos Executivos de Finanças e Contabilidade (Anefac).

Tal fato ocorre uma vez que a caderneta de poupança tem seu ganho garantido por lei (Taxa Referencial + 6,17% ao ano, ou 0,5% ao mês) e não sofre qualquer tributação, diferentemente dos fundos de renda fixa, que possuem imposto de renda sobre seus rendimentos, sendo maior esta tributação quanto menor for o prazo de seu resgate, como pode ser visto abaixo:

· Aplicações com prazo de resgate até 6 meses, alíquota do IR de 22,50%;
· Aplicações com prazo de resgate entre 6 meses e 1 ano, alíquota do IR de 20,00%;
· Aplicações com prazo de resgate entre 1 ano e 2 anos, alíquota do IR de 17,50%;
· Aplicações com prazo de resgate acima de 2 anos, alíquota de IR de 15,00%.

Além do imposto, os fundos têm a taxa de administração cobrada pelos bancos, e que pode chegar a 5% em alguns fundos de varejo.

Apenas se a Selic cair abaixo de 8,50% ao ano o cálculo da poupança muda e ela passa a render 70% da Selic, sem TR.

No estudo da Anefac, foram consideradas taxas de administração cobrada pelos bancos entre 0,50% ao ano até 3,00% ao ano (padrão utilizado no sistema financeiro).

A tabela mostra que, quanto maior o prazo, maior a vantagem do fundo, pois o imposto é menor.

A conclusão da Anefac é que, com a Selic atual, de 11,25%, a poupança hoje perde para os fundos de renda fixa conservadores cujas taxas de administração sejam inferiores a 2% ao ano.

Já com a Selic em 10,25%, como projeta a maioria do mercado e a própria Anefac, apenas fundos com taxas de administração até 1,5% ao ano conseguirão competir com as cadernetas independentemente do prazo da aplicação.

A Anefac considerou o rendimento da caderneta em 0,52% ao mês já líquido.

Nos prazos mais longos, mais de dois anos, fundos com taxa de administração de 2,5% ao ano ainda conseguem ganhar da caderneta, pois pagam menos imposto de renda, de 15%.

Mas nos prazos mais curtos, até seis meses, a taxa de administração tem de ser de 1,5% ou menos para o fundo ser competitivo (ver abaixo)

Taxa de Administração ao ano

Prazo de Resgate 0,50% 1,00% 1,50% 2,00% 2,50% 3,00%

Até 6 meses 0,60% 0,57% 0,53% 0,50% 0,46% 0,43%

Entre 6 meses e 1 ano 0,62% 0,59% 0,55% 0,52% 0,49% 0,45%

Entre 1 ano e 2 anos 0,64% 0,61% 0,57% 0,54% 0,51% 0,47%

Acima de 2 anos 0,66% 0,63% 0,59% 0,56% 0,53% 0,49%

O estudo da Anefac considera fundos conservadores de renda fixa, os chamados DI, ou de curto prazo, que em geral acompanham os juros da Selic ao longo do mês.

Fundos renda fixa de longo prazo (alta duração) ou de crédito privado podem ter rendimentos diferentes.

Outra questão a ser considerada é a vantagem da liquidez diária oferecida por alguns fundos. Na caderneta, quem saca antes da data mensal perde o rendimento acumulado. Já nos fundos, o rendimento é calculado até o dia anterior ao do saque.


Fonte: Notícias do Dia

Gean diz que vai "retomar ordem" e ambulantes cadastrados só poderão trabalhar até julho

Maria Terezinha Nicácio vende alho no Centro de Florianópolis há 48 anos. Aos 60 anos, a ambulante que começou a trabalhar na adolescência após perder o pai aos seis anos de idade, teme ficar sem a sua única fonte de renda. Isso porque a prefeitura promete reorganizar a atividade. Os 83 ambulantes cadastrados foram notificados e têm permissão para trabalhar até o dia 25 de julho. Com isso, cerca de 40 ambulantes foram na manhã desta terça-feira (30) até a prefeitura em busca de uma audiência com o prefeito Gean Loureiro (PMDB).

Uma comissão da Associação dos Vendedores Ambulantes de Florianópolis foi recebida pelo secretário da Casa Civil, Filipe Mello, que explicou a necessidade de controlar esse comércio informal. “Estamos construindo um modelo que permita dentro da lei a reorganização do setor e que trabalhe de forma não conflitante com o comércio formal estabelecido. O objetivo não é extinguir o ambulante, mas é trazer o setor para a formalidade”, comentou o secretário.

Os ambulantes trabalham legalizados desde julho de 2013, quando o ex-prefeito César Souza Júnior (PSD) emitiu o decreto 11.864. Localizados nos principais calçadões, ruas e avenidas do Centro, os vendedores sem local fixo vendem meias, panos de prato, pilhas, amendoim, algodão doce, consertam de relógios, afiam facas e tesouras, entre outros.

Segundo o presidente da Associação dos Ambulantes, José Nildo Barbosa de Sales, nenhum dos produtos é falsificado ou contrabandeado. “Quem conhece a rotina do ambulante sabe que trabalhamos durante o dia para conseguirmos comer à noite. Ninguém está pedindo ajuda, porque só queremos continuar com o direito de trabalhar”, disparou Maria Terezinha.

Os ambulantes defendem que o critério social esteja entre os pré-requisitos para a liberação das permissões.

Credenciamento ou licitação

A prefeitura montou um grupo de trabalho com a Sesp (Secretaria Executiva de Serviços Públicos), a Secretaria da Casa Civil, a Secretaria de Assistência Social e a Secretaria de Segurança Pública para definir o modelo que será adotado para os ambulantes. O secretário Filipe Mello, da Casa Civil, reafirmou que não há nada pronto.

“Sabemos que existem vários chefes de família, pessoas do bem e a prefeitura está trabalhando para protegê-los, mas respeitando as regras. O modelo não está pronto ainda, mas pode ser um processo de credenciamento ou uma licitação para regulamentar a atividade na cidade dentro da legislação atual”, explicou o secretário.

O presidente da Associação dos Ambulantes, José Nildo Barbosa de Sales, alerta para o tempo de serviço dos ambulantes. “Temos pessoas idosas que trabalham nas ruas há décadas e sem nenhuma qualificação profissional. Como ficará a situação delas? Com uma licitação, pessoas de outras áreas e de outras cidades serão candidatas. Assim, quem não for contemplado pode voltar a clandestinidade e o problema será pior”, cobrou.

Os ambulantes, que trabalham uniformizados por uma iniciativa própria, não aceitam a redução no número de permissões.

Prefeito quer retomar a ordem urbana

O prefeito Gean Loureiro lembrou que era impossível caminhar do Ticen (Terminal de Integração do Centro) até as principais ruas sem esbarrar nos ambulantes. Agora, ele pretende manter apenas os ambulantes com características tradicionais da cidade.

“Queremos retomar a ordem urbana, que estava abandonada. Hoje estamos identificando os ambulantes que têm características tradicionais da cidade e não têm concorrência com o comércio existente. É o pipoqueiro, água de coco, entre outros. O que não posso é deixar vender produto contrabandeado tendo a anuência do poder público. Vamos respeitar os trabalhos artesanais e os serviços que não têm oferta no mercado”, afirmou.


Fonte: Notícias do Dia

Gean confirma desapropriação para acelerar obra do elevado do Rio Tavares, na Capital

Em visita ao Grupo Ric/Record, o prefeito Gean Loureiro (PMDB) falou sobre os cinco meses à frente da prefeitura de Florianópolis e os próximos passos da sua gestão. Ele confirmou a desapropriação de uma madeireira no Sul da Ilha, que deve liberar espaço para o avanço das obras do elevado do Rio Tavares. Gean também afirmou que pretende lançar a licitação no mês de junho para a repavimentação das principais vias da cidade e o contrato com mais quatro empresas para acabar com os buracos da cidade em 60 dias.

Sem descansar aos finais de semana, o prefeito reafirmou que o objetivo é liberar o trânsito no elevado até o fim do ano. “Concluímos a principal desapropriação para o elevado do Rio Tavares e mantenho o compromisso de liberar o acesso de veículos até dezembro. Visito a obra semanalmente e o programa está sendo seguido. Mesmo com a chuva tivemos um aumento considerável no número de empregados”, explicou o prefeito.

Com várias dívidas, o prefeito teve um início de mandato tumultuado com corte de benefícios e greve de parte dos servidores. “Tivemos de arrumar a casa no início. Entre as 50 maiores prefeituras do Brasil, Florianópolis era a 2ª pior em gestão fiscal. Tinha uma dívida superior a seis meses do valor que a prefeitura arrecada, com fornecedores, salários atrasados e precatórios junto a Justiça”, justificou.

Com dificuldade para conseguir recursos próprios, o prefeito busca auxílio com o governo federal e com outros organismos. Assim, ele pretende dar continuidade as dezenas de obras paradas da gestão anterior. Confira os planos do prefeito para alguns temas polêmicos.

Pavimentação

“Conquistamos recursos no valor de R$ 25 milhões onde vamos ter uma repavimentação asfáltica das principais vias da cidade. Já encaminhamos para a CEF e estamos aguardando aprovação. A ideia é lançar o edital de licitação ainda no mês de junho, porque o município ainda não tem recursos próprios e está tentando junto a outros organismos e ao governo federal. Também licitamos quatro novos lotes para a operação tapa buraco com empreiteiras que têm mais estrutura do que o setor de manutenção da prefeitura. Nesta semana de chuva, todas as nossas intendências estão trabalhando sem parar”.

Obras de saúde e educação

“Serão mais de R$ 5 milhões para as obras na área da saúde com a construção e ampliação de várias unidades: Campeche, Pantanal, Canto da Lagoa, Ribeirão da Ilha, ampliação da Lagoa, Ingleses, Abraão e Tapera. Todas já iniciando o processo licitatório. Todas as obras inacabadas serão retomadas. E na educação corrigimos os projetos de nove das 14 creches e as outras cinco estamos refazendo os projetos. Também vamos reformar 52 unidades educacionais.”

Decreto de estado de emergência pelo avanço da maré

“Em função do caos causado pela maré alta e do avanço da maré nas estruturas públicas e privadas decretamos o estado de emergência que será publicado hoje no diário oficial. Hoje pela manhã tivemos uma reunião para avaliar como serão as autorizações, precárias e simplificadas, para as reconstruções. A maré permanece alta e não conseguimos entrar em algumas praias para a retirada dos entulhos o mais rápido possível”.

Plano diretor

“Já assumimos com o plano diretor judicializado e com uma série de exigências do MPF e da Justiça Federal. Ganhamos um recurso no TRF4 e fizemos uma audiência pública definindo o calendário. Retomamos a constituição do núcleo gestor com representação dos diferentes segmentos. Tínhamos agendado a audiência pública, o MPF entrou com pedido de suspensão. Recorremos ao TRF4 que deu ganho de causa a prefeitura. Veio uma nova decisão para que nós realizássemos, mas nãoprecisava porque vamos realizar. O nosso papel é dar agilidade neste processo, porque a cidade não pode esperar mais. Precisamos de um plano diretor voltado a preservação do meio ambiente, ao desenvolvimento econômico e que ele possa ser sustentável. Também não podemos proibir tudo em Florianópolis e achar que a cidade se viabiliza com isso.”


Fonte: Notícias do Dia

Prefeitura de Florianópolis decreta situação de emergência após ressaca no Norte da Ilha

A Prefeitura de Florianópolis decretou situação de emergência na cidade após os estragos provocados pela ressaca no mar que ocorreu na última semana no Norte da Ilha. O decreto, publicado no Diário Oficial desta terça-feira (30), autoriza ações do poder público municipal nas APPs (Áreas de Preservação Permanente) pertencentes à União, como adentrar nas faixas de areia para fazer as devidas intervenções emergenciais e recuperar os bens públicos que foram atingidos.

Nesta segunda-feira (29), quando começou a limpeza dos balneários atingidos, o ND já havia divulgado que o prefeito Gean Loureiro (PMDB) havia assinado o decreto, mas aguardava a publicação no Diário Oficial.

De acordo com o balanço da Defesa Civil, a ressaca causou danos em muros, rampas e escadas de acesso público. Somente em Canasvieiras, 25 postes de iluminação foram afetados, ocasionando 1 km de destruição. Já na praia dos Ingleses, 15 postes foram afetados ao longo dos 500 m da orla.

Segundo o diretor da Defesa Civil de Florianópolis, Luiz Eduardo Machado, com um regime jurídico diferenciado, previsto na legislação, há possibilidade de ser realizada a remoção do material, bem como a recuperação da iluminação pública dos locais. “Dependemos das boas condições do tempo e da maré permanecer baixa para realizar a limpeza das praias. Se o material não for removido, a areia pode cobrir agora, mas aparecer na temporada de verão com os banhistas na praia, o que pode ocasionar acidentes”, acrescenta o diretor.

Estima-se que serão necessários 20 dias de trabalho para recuperar as orlas das praias. Já a questão da iluminação pública ainda depende da compra de material.


Fonte: G1

Lacres de autenticidade protegem produtos contra a pirataria

Lacres produzidos por uma empresa de Blumenau, em Santa Catarina, ajudam a proteger produtos contra a pirataria de marcas. Dados do Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop), órgão vinculado à Secretaria do Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável, estimam que o setor têxtil do estado perde cerca de R$ 400 milhões ao ano por causa de produtos falsificados.

A Ecotag nasceu da necessidade de um cliente e da persistência de um empreendedor. Junior Souza nasceu na Bahia, mas veio trabalhar em Santa Catarina e não voltou mais. Souza era dono de uma gráfica e produzia etiquetas sustentáveis. Um dia, um de seus clientes começou a ter os produtos falsificados. Souza produzia as etiquetas e outra empresa fornecia os lacres, mas o cliente teve problemas com esses lacres.

Foi aí que ele teve a ideia de produzir os lacres. “Sempre pensei fora da caixa. Então, encarei o desafio e viajei até a China ver como era produzido o material. O início foi muito difícil, eu não tinha dinheiro, mas sempre acreditei no meu sonho e tive pessoas que acreditaram no meu projeto”, lembra Souza. Em setembro de 2014, nascia a Ecotag. No início de 2015, a primeira máquina para produção dos lacres chegou da China. Em poucos meses, a empresa já tinha prospectado alguns clientes, mas eles não conseguiam entregar: a máquina não funcionava.

“A gente tinha pedidos e não conseguia entregar, e a essa altura a gráfica já não estava tão bem, porque eu passei a me dedicar para o novo negócio. Mas, eu não sabia fazer. Ninguém sabia. Decidi voltar para a China e comprar outras máquinas. Fiquei 20 dias trabalhando em uma empresa chinesa e aprendendo como era feito o produto”, explica. Depois disso, a empresa conquistou alguns clientes, mas o faturamento não era bom e a empresa estava ‘no vermelho’. “O ano de 2015 foi um ano péssimo [em faturamento], mas de muito aprendizado”, revela o empresário.

Mesmo com todas as dificuldades, Souza nunca desistiu e no passado, a empresa teve um faturamento excepcional, crescendo 1,160% em relação a 2015. Passou de 19 clientes para 339, no final de 2016. “Criamos nos clientes o desejo de ter o nosso produto. Além disso, um dos nossos grandes diferenciais está na qualidade dos lacres e no nossa entrega, que é a mais rápida do mercado. Produzimos aqui, por isso conseguimos entregar o pedido muito mais rápido”, afirma Souza.

A empresa não para de crescer e em janeiro deste ano ampliou a fábrica e a capacidade de produção. A previsão em 2017 é de proteger 80 milhões de produtos e o crescimento estimado é de 250%. Souza atribui o sucesso do negócio ao trabalho em equipe e as ideias inovadoras da empresa.

“Eu sou uma pessoa que sonha, mas que age. Essa é a minha maior virtude. Mas, eu não estaria onde estou sem a equipe que eu tenho. Além disso, a inovação também é algo que valorizamos muito. Temos um núcleo de inovação dentro da empresa”, declara.

A empresa também aposta na capacitação dos representantes, esse ano, eles realizaram a primeira convenção da equipe. A Ecotag já exporta para a América do Sul e agora planeja entrar no mercado norte-americano. “Estamos buscando uma fatia do mercado que ainda é pouco explorada”, concui.

Entre as novidades para 2017, o empresário afirma que será lançada uma etiqueta inteligente que permite que o consumidor verifique a autenticidade do produto.

Setor têxtil perde com a pirataria

O presidente do Cecop, Jair Schmitt afirma que, apesar das constantes operações de combate à pirataria, é difícil inibir esse tipo de crime. “É difícil mensurar o prejuízo econômico, mas além dos valores financeiros, existe também um prejuízo social, já que a pirataria, muitas vezes, está diretamente ligada a outros tipos de crime, como o tráfico de drogas e de armas”, revela.

O Cecop nasceu justamente para tentar frear a propagação de produtos falsificados. A pirataria compromete as receitas das empresas e a arrecadação de impostos por parte do poder público.


Fonte: G1

Portal da Transparência de Florianópolis tem pior colocação entre capitais, aponta CGU

O Portal da Transparência de Florianópolis tem a pior nota entre as capitais em um ranking da Controladoria Geral da União (CGU), mostrou o Jornal do Almoço desta terça (30). A capital catarinense aparece na última colocação, com a nota 2,08. Em 2016, estava em quarto lugar, empatada com Belo Horizonte e Vitória, com a nota 8,75.

A Prefeitura de Florianópolis acredita que a pior colocação aconteceu porque o portal ficou desatualizado ou fora do ar enquanto a CGU fazia o ranking. A empresa responsável por postar os dados desfez o contrato e, com isso, desde agosto de 2016 as informações referentes aos gastos do ano passado estão incompletas.

"Esse rompimento de contrato fez com que as informações não fossem mais carregadas no Portal da Transparência. Com isso, nós ficamos de agosto de 2016 até o final do ano sem informações dentro do portal", explica Artur Rodrigues, diretor de governo eletrônico.

Santa Catarina é o estado com maior número de cidades com a nota 10 em transparência: são 22 municípios no topo do ranking, entre elas Botuverá, Palmitos e Joaçaba.

Outra empresa foi contratada pela atual gestão municipal para atualizar o Portal da Transparência de Florianópolis. Algumas informações deste ano já estão disponíoveis. Outras, assim como as atualizações referentes ao período de agosto a dezembro de 2016, ainda estão sendo postadas.

"A gente imagina que até agosto já tenha todas as informações postadas no Portal da Transparência referentes ao ano de 2016”, diz Rodrigues.

Acesso à informação é lei

A lei federal de acesso à informação existe há cinco anos e meio e determina que o poder público disponibilize uma ferramenta para as pessoas pesquisarem contratos, diárias, salários e compras. Essa ferramenta só não é obrigatória para cidades com menos de 10 mil habitantes.

O portal é uma das maneiras de a população acompanhar como o dinheiro é investido. Em Florianópolis, somados os impostos que os moradores pagam e o dinheiro que vem de Brasília foram R$ 7,5 milhões só em abril deste ano. A moradora Franciele Caroline Soares acredita que o dinheiro poderia ser empregado em melhorias. “Ajudar colégio, hospital, estradas, que estão bem ruins”, diz.

Para o Observatório Social de Florianópolis, o ranking é o menos importante. "Resta saber se esse dinheiro foi bem aplicado nesse período ou não. Isso a gente vai ver quando esses números aparecerem”, coloca João Emerton, presidente do Observatório.

“Gastam muito. A gente paga taxa de tudo para prefeitura, mas, no fim, não sabe o quê que gastam esse dinheiro", diz a aposentada Maria da Graça dos Passos.


Fonte: Economia SC

IGP-M registra novo recuo em maio

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou -0,93%, em maio. Em abril, o índice variou -1,10%. Em maio de 2016, a variação foi de 0,82%. A variação acumulada em 2017, até maio, é de -1,29%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 1,57%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de -1,56%. No mês anterior, a taxa foi de -1,77%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,06%, em maio. Em abril, este grupo de produtos mostrou variação de 0,36%. Contribuiu para este recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 5,13% para -1,06%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,12%. Em abril, a taxa foi de -0,08%.

O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,06%. Em abril, a taxa foi de -0,77%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura,cuja taxa de variação passou de -0,79% para 0,01%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou -0,03%, ante -0,72%, em abril.

No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou -5,26%, em maio. Em abril, o índice registrou variação de -5,22%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram:minério de ferro (-5,24% para -18,20%), cana-de-açúcar (0,11% para -3,86%) e leite in natura (3,68% para 0,93%).Em sentido oposto, destacam-se: soja (em grão) (-9,38% para 3,25%), milho (em grão) (-14,52% para -6,13%) e bovinos (-2,79% para 0,33%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,29%, em maio, ante 0,33%, em abril. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,90% para -0,13%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 14,86% para -0,05%.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (0,16% para -0,44%), Saúde e Cuidados Pessoais (1,07% para 0,93%)e Despesas Diversas (0,37% para 0,25%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: passagem aérea (4,31% para -14,23%), artigos de higiene e cuidado pessoal (1,50% para -0,34%) e cigarros (0,31% para 0,00%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,02% para 0,80%), Vestuário (-0,65% para 0,51%), Transportes (-0,25% para -0,08%) e Comunicação (0,21% para 0,73%). Nestas classes de despesa, destacaram-se: tarifa de eletricidade residencial (-1,73% para 4,57%), roupas (-0,73% para 0,73%), gasolina (-1,75% para -0,79%) e tarifa de telefone residencial(-1,05% para -0,09%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em maio, taxa de variação de 0,13%. No mês anterior, este índice variou -0,08%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviçosregistrou variação de -0,04%. No mês anterior, a taxa havia sido de -0,18%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,27%. No mês anterior, este índice não variou.


Fonte: Economia SC

Confiança de Serviços avança em maio

Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas subiu 0,5 ponto em maio, recuperando parte da queda de abril (-1,1 ponto). Na métrica de médias móveis, o índice registra a primeira queda do ano (-0,3 ponto).

“Os indicadores de maio, apoiados sobretudo na percepção sobre o ambiente corrente de negócios do setor, confirmam a tendência de melhora gradual e suave da confiança das empresas de serviços que vem sendo observada ao longo dos cinco primeiros meses do ano. A avaliação sobre a situação corrente reage há três meses consecutivos e sustenta o avanço da confiança em maio. No entanto, cabe lembrar que os resultados deste mês não captam inteiramente os possíveis efeitos sobre o humor empresarial decorrentes do recrudescimento da incerteza no campo político” avalia Silvio Sales, consultor do FGV/IBRE.

O avanço da confiança em maio foi setorialmente concentrado: apenas 5 das 13 atividades pesquisadas acompanharam o movimento. Além disso, a alta foi motivada por comportamentos distintos em seus dois componentes. Houve melhora da percepção sobre a situação atual e piora das expectativas, assim como havia ocorrido no mês anterior. O Índice de Situação Atual (ISA-S) subiu 1,3 ponto, para 77,9 pontos, e o Índice de Expectativas (IE-S) recuou 0,4 ponto, para 91,7 pontos.

A principal contribuição para a variação do ISA-S em maio foi dada pelo indicador de percepção sobre a Situação Atual dos Negócios, com alta de 2,7 pontos, para 79,0 pontos. Entre os indicadores integrantes do Índice de Expectativas (IE-S), a maior influência veio do indicador de otimismo com a Tendência dos Negócios nos seis meses seguintes, que variou -0,6 ponto, para 93,6 pontos. O NUCI do setor de serviços caiu 0,1 ponto percentual (p.p.) em maio, para 82,4%.

Ameaças à retomada de contratações no setor

Assim como ocorre com o Indicador de Confiança, o indicador de perspectivas para o emprego no setor, que havia dado sinais de melhora ao final do primeiro trimestre, consolidou os ganhos no segundo trimestre. A diferença em pontos entre a proporção de empresas que pretendem aumentar o quadro de pessoal e a das que preveem reduzi-lo nos meses seguintes (-2,5 pontos em médias trimestrais) é a menos negativa desde fevereiro de 2015 (-1,2 ponto). Esta aproximação do saldo de respostas do nível neutro (zero) mostra que o ritmo de cortes de vagas no setor vem perdendo fôlego. Mas a desaceleração do indicador de Emprego Previsto na ponta, associada ao aumento de incertezas com os eventos políticos de maio, apontam riscos para a retomada de contratações líquidas pelo setor nos próximos meses.


Fonte: Varejista

4 lições que o varejo pode aprender com o Uber

Quanto maior o número de etapas ou mais atividades exigidas do consumidor, maior é o atrito no pagamento. Portanto, o tempo gasto pelo cliente para concluir um processo de compra é a peça fundamental para uma boa experiência.

O aplicativo Uber revolucionou os mercados de pagamentos digitais e de serviços de transporte ao possibilitar o check out de uma corrida sem a necessidade de tirar a carteira do bolso, além de criar uma tendência de economia colaborativa. Diante de tamanho impacto, podemos tirar quatro lições para aprimorar a experiência do consumidor no varejo físico. Confira:

1. Elimine etapas e facilite a vida do cliente

Quanto tempo o passageiro leva para pagar a viagem do Uber? Nem um segundo! Ao chegar ao seu destino, o cliente apenas desembarca e o pagamento é realizado automaticamente, com o valor registrado em seguida na fatura do cartão de crédito. Por outro lado, imagine uma situação em que, para realizar uma compra, fosse necessário levar documentos e comprovantes em vez de apenas digitar a senha do cartão. Algumas lojas ainda contam com um ritmo de pagamento demorado, seja por causa da fila, do sistema, devido ao preenchimento de cadastro, ou da solicitação de informações que nem todos os clientes estão propensos a compartilhar naquele momento. Ao eliminar etapas, o processo é facilitado, diminuindo ou excluindo o atrito. Isso permite oferecer ao cliente uma experiência mais agradável e com maior comodidade, atraindo-o para compras futuras.

2. Trabalhe a favor do engajamento do consumidor

Para que seja possível implementar o método de pagamento sem atrito, uma das premissas é que o cliente informe dados pessoais como nome completo, CPF e número do cartão de crédito, para que a empresa possa processar a compra. Daí a necessidade de investimento da companhia no engajamento do consumidor, a fim de gerar confiança em sua marca e em seu serviço. Também recomenda-se a implementação de novas tecnologias e ferramentas com foco no desenvolvimento de aplicativos e processos otimizados. O Amazon Go traz um conceito interessante, em que o consumidor já realiza compras em lojas de conveniência sem precisar passar pelo caixa. Embora ainda esteja distante da nossa realidade, é uma tendência que pode ser adotada no médio ou longo prazo.

3. Invista em aprimorar a gestão dos recebíveis

Mesmo ao eliminar o atrito no momento da venda, ainda existe um esforço necessário para transformar a cobrança de determinado item ou serviço em receita. Quando o pagamento é simplificado e possui menos etapas, aumenta a necessidade de atenção e cuidado na hora de realizar a conciliação da venda. Já existem no mercado soluções e aplicativos que auxiliam os gestores a terem mais controle das transações e dos recebíveis, excluindo o valor de taxas administrativas de intermediários (adquirentes e subadquirentes), com uma visão geral que possibilita a diminuição de perdas na receita.

4. Use a diversidade de meios de pagamento a seu favor

Tendências surgem a todo o momento impulsionadas por tecnologias inovadoras como, por exemplo, os wearables, que usam dispositivos como relógios e pulseiras para realizar transações. Esse movimento abre caminhos para novos modelos de negócios e aprimoramento da gestão financeira das empresas, que precisam acompanhar as novidades e adequar seus processos no intuito de oferecer cada vez mais alternativas aos consumidores, como o pagamento por aproximação, já disponível atualmente.


Fonte: Varejista

Feira Fitness revelará novas tendências para o mercado

O Rio de Janeiro receberá, de 8 a 10 de junho, a 19ª edição da Rio Sports Show, a primeira e única feira de negócios Fitness do estado. O evento acontece no momento que o mercado brasileiro, considerado um dos maiores do mundo, começa a apresentar os primeiros sinais de que pode recuperar o bom desempenho apresentado em 2014, antes da crise. A Rio Sports Show (RSS) promete servir de termômetro para o lançamento de novos produtos que apontam para uma reinvenção do mercado.

Com um novo formato, mais compacto, e focada em proporcionar resultados financeiros aos negócios, a RSS vai ocupar o Centro de Convenções Sulamérica com alguns lançamentos que os fabricantes de máquinas e equipamentos esportivos prepararam para atender às novas demandas do mercado. Após o boom das mega-academias que dominaram o cenário antes da recessão, agora o que a feira vai mostrar é que a tendência é apresentar soluções que se adequem a pequenos espaços e diferentes perfis de negócio.
‘O mercado fitness tem mostrado uma grande resiliência à desaceleração da economia. Com isso, a RSS apostou em estar junto com o seu cliente neste momento de indefinição para apresentar soluções ao empresário do setor.

Acompanhando a tendência do próprio mercado, geramos um espaço mais concentrado para não deixarmos de oferecer essa oportunidade ao proprietário de academia do Rio de Janeiro e manter viva a relação entre o fornecedor e o empresário”, afirmou Ana Paula Leal, diretora da Savaget Promoções & Excalibur Congressos e Eventos.

Produtos para espaços menores revelam tendência

As empresas, fabricantes de equipamentos, estão ligadas no movimento da economia, que vem forçando a otimização dos espaços nas academias e favorecendo a autonomia dos profissionais do setor. A Ubian, fabricante de equipamentos Fitness, quer aproveitar seu espaço na RSS para pôr a prova alguns lançamentos que a empresa desenvolveu, como o módulo para treinamento funcional adaptável a pequenos espaços, o Station T, e um Box para armazenagem de acessórios, somado a uma estrutura que possibilita diversas atividades em um único equipamento.

Para o diretor da Ubian, Adriano Puga, o Rio de Janeiro é referência para o resto do país quando o assunto é bem-estar e fitness. “Todas as novidades que “pegam” no Rio certamente se difundem paro restante do País”, disse ele, que mantém o otimismo e projeta um crescimento no faturamento da empresa de 5% a 7% em relação ao ano passado.

Rio é termômetro para o setor

“Identificamos que a curva negativa no fluxo de alunos nas academias já inverteu, isso tem refletido em nossa empresa e no mercado como um todo com um número maior de consultas e negócios. A Rio Sports Show é o melhor termômetro para entender a que velocidade que essa mudança se dará”, explica Puga.

Para Marco Corradi, supervisor de marketing da Movement, o mercado carioca é latente, com grande concentração de academias. A expectativa é que o RSS impulsione as vendas, revelando uma nova ótica do setor para o empresário. "O Rio tem poucos eventos de fitness, acredito que esse venha para incrementaras vendas e recuperar o faturamento represado, proporcionando melhores negócios do que no primeiro semestre desse ano."

A Total Health, outra fabricante de equipamentos esportivos, também está na RSS apostando em produtos compactos para otimizar espaços e proporcionar grande variedade de exercícios. Entre as novidades, apresentará ao mercado carioca a nova Total Station 3A Fit, uma estação de treinamento completa com três colunas de peso independente. “O Rio de Janeiro é um estado chave no mercado nacional”, afirma Murilo Caruso Boarini.

Otimismo

A Promax Rio, empresa especializada no comércio multimarcas de equipamentos e acessórios de ginástica, vai investir na sua própria linha de acessórios para Treinamento Funcional e Crossfit para oferecer preços mais acessíveis. A empresa também está apostando na recuperação do setor. “Apesar do ambiente macroeconômico pouco promissor, acreditamos que o brasileiro continuará investindo em saúde e bem-estar. Hoje existe uma consciência muito maior com relação a importância da atividade física e de seus reflexos, a médio e longo prazo, na vida do indivíduo”, afirmou Regiani Silva de Andrade, diretora da empresa.

O Brasil é hoje o segundo lugar no mundo em número de academias, com quase 32.000 unidades — atrás apenas dos Estados Unidos —, o quarto em número de alunos (8 milhões) e o décimo em faturamento (2,4 bilhões de dólares), de acordo com o último levantamento feito ano passado pela International Health, Racquet & Sportsclub Association (IHRSA).

A RSS tem acesso gratuito para profissionais do setor. O evento é organizado pela Savaget Promoções & Excalibur Congressos e Eventos, empresa com mais de 27 anos de experiência na realização e promoção de eventos, feiras e congressos nacionais e internacionais, tais como a Arnold Classic South America e a ExpoNutrition.

Credenciamento da imprensa pode ser realizado pelo link: http://savaget.com/credenciamentodeimprensa/evento/rio-sports-show-2017/

Rio Sports Show
Feira de Equipamentos e Serviços para Academias, Clubes e Lojistas Esportivos
Dia: 8 a 10 de junho (Quinta-feira a Sábado)
Horário: 12h às 20h
Local: Centro de Convenções SulAmerica / Rio de Janeiro


Fonte: Portal No Varejo

Trocas representam 3% do volume de vendas do varejo

O varejo já entendeu que trocar um produto para o consumidor é mais do que um direito previsto no Código de Defesa do Consumidor. Realizar trocas é uma prestação de serviço e fator que pesa na experiência de compra. No ano passado, as trocas representaram 3% do volume total de vendas e 2$ do faturamento líquido das companhias que participaram do estudo conduzido pelo CIP – Centro de Inteligência Padrão com a SBVC (Sociedade Brasileira de varejo e Comércio).

O estudo mostrou que foram trocados 89.700 itens por empresa no ano passado. O alto volume mostra que o setor já entendeu a importância desse processo, segundo Eduardo Terra, presidente da SBVC.

“A troca é um serviço, uma obrigação da empresa. Portanto, se a empresa não tem um processo eficiente de troca, está deixando de prestar um serviço para o consumidor”.

Entraves

Do lado das empresas, há entraves que os varejistas enfrentam. Os custos embutidos no processo não são poucos e esse certamente é o maior problema. “Uma parte desse custo é tributário”, explica Terra. É que no caso das trocas os tributos são cobrados duas vezes. Nos resultados do estudo, os custos com impostos, como ICMS, PIS e Cofins, foram citados por 62% das empresas como o gasto mais pesado no momento da troca.

Em primeiro lugar, porém, ficaram os gastos com logística, fator citado por 83% dos entrevistados. Como se não bastasse, o estudo identificou que, em média, 21% dos produtos trocados não podem ser vendidos novamente e se revertem em prejuízo para a empresa.


Fonte: Portal No Varejo

Mesmo com crise econômica, 4 em cada 10 brasileiros compram por impulso

Em meio à recessão econômica, 37% dos brasileiros disseram que compraram algo que não precisavam devido a facilidade de crédito. A informação faz parte da pesquisa “Uso do Crédito” realizado pela SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

Para os clientes, as lojas virtuais seriam as que mais incentivam e facilitam a compra em crédito (29%), seguido de supermercados (19%) e lojas de departamento (17%).

As roupas, calçados e acessórios são os itens mais comprados. Perfumes e cosméticos, idas a bares e restaurantes e os smartphones completam a lista.

Perfil do consumidor

A pesquisa também observou como os consumidores reagem às ofertas de cartões de créditos feitas por lojas de varejo, financeiras e bancos.

Boa parte deles (36%) avaliam a proposta de acordo com o orçamento. Outros 24% sequer chegam a ver a proposta e outros 17% descartam o crédito extra porque sabem que o orçamento não permite.

A pesquisa apresentou, no entanto, que 11% dos consumidores aceitam a proposta porque gostam de ter crédito disponível ou avalia de acordo com a vontade de fazer compras.

Para Marcela Kawauati, economista-chefe da SPC Brasil, é preciso ter cautela redobrada com o crédito oferecido. “Se o consumidor não estiver com o orçamento preparado para quitar as parcelas, o endividamento pode fugir ao controle e trazer inúmeros problemas”, disse por meio de nota.

Crédito negado

O levantamento da SPC Brasil e da CNDL também mostra que 23% dos consumidores não conseguiram realizar compras parceladas em lojas por conta de crédito negado. Os principais motivos são nome sujo e limite de crédito excedido.


Fonte: Floripa News

Prazo para Declaração Anual do MEI termina quarta-feira

Entrega é obrigatória e torna-se mais fácil para o microempreendedor que controla as finanças em plataformas digitais

Na próxima quarta-feira (31) termina o prazo para que os Microempreendedores Individuais (MEIs) entreguem a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), também conhecida como Declaração Anual de Faturamento. Quem não entregar o documento no prazo é punido com o pagamento de uma multa, cujo valor mínimo é de R$ 50 ou 2% ao mês-calendário ou fração, que vai considerar o montante de impostos decorrentes das informações prestadas na declaração, mesmo que esta tenha sido paga.

No documento, o microempreendedor deve informar a receita bruta total auferida no ano anterior, sejam elas referentes às atividades de comércio, indústria, serviços e transportes intermunicipal e interestadual. Eventuais empregos durante o período abrangido pela declaração também devem ser informados. A entrega do documento é totalmente digital, por meio do Portal do Empreendedor.

Os MEIs que mantém as informações fiscais, tributárias e contábeis organizadas saem ganhando na hora da prestação de contas. Para evitar que erros aconteçam — ou até o esquecimento do prazo —, o uso de soluções modernas contribui para a execução desse procedimento.

A gestão pode ser facilitada por meio de uma solução desenvolvida em Santa Catarina, baseada na computação em nuvem: o Asaas é um sistema de gerenciamento de pagamentos, emissão de boletos e controle de recebíveis criado pela fintech joinvilense que leva o mesmo nome. Entre as vantagens estão a possibilidade que o MEI o utilize sem ter conta bancária de pessoa jurídica, a concentração das informações financeiras numa plataforma online e acessível via site e aplicativo, além de viabilizar a emissão de boletos e o recebimento de pagamentos via cartões de crédito, ampliando as oportunidades de negócio.

Um dos fundadores da plataforma, Piero Contezini, diz que a empresa já movimentou mais de R$ 211 milhões de reais desde o começo da operação — só neste mês de Maio foram R$ 24 milhões transacionados. Os mais de quatro mil clientes têm perfis diferenciados.

"Atendemos desde autônomos, pequenos prestadores de serviço, profissionais de manutenção e montagem de computadores, por exemplo, até pequenas empresas como escolas e lojas virtuais. A utilização é simples e rápida, permitindo que após a instalação do aplicativo, o usuário consiga emitir o primeiro boleto ou receber o primeiro pagamento por cartão em até 30 segundos", explica.


Fonte: Floripa News

Vendas no varejo de SC têm reação expressiva via crediário próprio

Lojistas catarinenses incrementam seus faturamentos em mais de 15% no 1º trimestre, enquanto a média do mercado ainda está no terreno negativo na última leitura de Jan/17

O encolhimento da disponibilidade de crédito no mercado ainda afeta lojistas no Brasil inteiro, a despeito dos primeiros sinais de melhora econômica do país. O efeito da subida nas taxas de juros devido à maior inadimplência do consumidor, associada ao menor apetite pelo endividamento das famílias, vem afetando sistematicamente o faturamento do varejo.

O cartão de crédito, que por algum tempo teve papel importante no financiamento das vendas, sofre com a escassez de limites de crédito e, agora, está mais pressionado do que nunca pela nova regra dos juros do rotativo, a qual tende a reduzir ainda mais a disponibilidade compradora dos clientes. Contudo, felizmente, a consagrada modalidade do Crediário Próprio vem crescendo e está cobrindo essa defasagem com grande sucesso.

Esse sinal fica claro quando apuramos o crescimento acumulado no 1º trimestre de 2017, o qual chega a incríveis 15,4% de crescimento, enquanto as últimas notícias sobre o varejo em geral são de quedas de -7% no faturamento.

Se o empresário tinha dúvidas a respeito da eficácia de ferramentas tradicionais de crediário associadas à tecnologias de análise de risco, os fatos e números vêm provando que no Brasil esse é o caminho mais acertado a seguir para trilhar sua sobrevivência e crescimento sustentável.

Nesse sentido, lojistas de todo o país podem contar com a Tidas, empresa com sede em Rio do Sul, SC, que oferece soluções inovadoras no segmento de crediário para o varejo brasileiro. Entre os benefícios que os empresários encontram com o serviço, está o recebimento antecipado por vendas a prazo, administração do crediário e cobrança de inadimplentes, entre outras vantagens que contribuem para a segurança dessas operações e sustentabilidade econômica dos estabelecimentos.

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