Clipping Diário - 29/05/2017

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Fonte: Exame

Com a crise, mercado já espera inflação mais alta e PIB menor

Economistas cravaram suas projeções na pesquisa Focus de que o Banco Central vai manter o ritmo de afrouxamento monetário nesta semana e cortar a Selic em 1 ponto percentual, o que a levará a 10,25 por cento ao ano, em meio à crise política que atinge o governo Michel Temer.

Neste cenário, mostrou ainda a pesquisa nesta segunda-feira, o Top 5 –grupo que mais acerta as projeções– passou a ver que a taxa básica de juros vai fechar este ano maior, a 8,63 por cento no cenário de médio prazo. Na semana anterior, era esperado que ela iria a 8,13 por cento.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC se reúne nos próximos dias 30 e 31, na primeira reunião depois que eclodiu a crise política que atingiu em cheio o presidente Temer, que é alvo de inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Selic está em 11,25 por cento ao ano, após dois cortes de 0,25 ponto cada, dois de 0,75 ponto e um de 1 ponto. Com a inflação perdendo força, boa parte dos agentes econômicos apostava que o BC aceleraria o passo e cortaria os juros em 1,25 ponto.

Mas esse cenário foi varrido com os temores de que os problemas envolvendo o governo possam atrasar as reformas, sobretudo a da Previdência, considerada essencial para colocar as contas públicas em ordem.

A pesquisa Focus mostrou ainda que as projeções são de que o IPCA fechará este ano com alta de 3,95 por cento, frente a 3,92 por cento na semana anterior.

Para 2018, as contas são de alta de 4,40 por cento, sobre 4,34 por cento. Em ambos os casos, o indicador ficaria abaixo do centro da meta oficial, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Sobre o Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas são de crescimento de 0,49 por cento neste ano, sobre 0,50 por cento antes, e de 2,48 por cento em 2018, também ligeiramente abaixo dos 2,50 por cento esperados até então.


Fonte: Economia SC

Confiança da Indústria avança em maio

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 1,1 ponto em maio de 2017, para 92,3 pontos, maior nível desde abril de 2014 (97,0 pontos).

“Apesar de a confiança industrial continuar avançando em maio, os resultados da Sondagem ainda indicam insatisfação do setor com o momento presente e manutenção de elevados níveis de ociosidade. As expectativas do setor são um pouco mais favoráveis. Ainda assim, combinam, no momento, uma calibragem para baixo das perspectivas para o ambiente de negócios e para o total de pessoal ocupado no setor com previsão de aceleração da produção no curto prazo”, afirma Tabi Thuler Santos, coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV/IBRE.

Melhora da confiança ainda conduzida pelas expectativas

A alta da confiança aconteceu em pouco menos da metade dos segmentos industriais (8 em 19) e atingiu tanto as expectativas quanto as percepções sobre a situação atual. O Índice de Expectativas (IE) avançou 1,3 ponto, para 95,7 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (96,9); em trajetória mais suave, o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 0,7 ponto, para 89,0 pontos.

A melhora das expectativas com a evolução da produção foi a responsável pela alta do IE no mês. O indicador de produção prevista para os três meses seguintes subiu 5,8 pontos, para 99,0 pontos, o maior nível desde março de 2014 (99,4). Houve aumento da proporção de empresas prevendo produção maior, de 32,1% para 34,7% do total, e queda na das que preveem produção menor, de 22,8% para 18,4% do total.

As melhores avaliações do setor sobre a demanda determinaram a alta do ISA em maio. O indicador de nível de demanda subiu 4,7 pontos, para 87,6 pontos, o maior nível desde julho de 2014 (88,3). O resultado sucede queda de 1,0 ponto no mês anterior, quando o indicador foi o principal componente a influenciar negativamente o ISA. Houve redução da parcela de empresas que avaliam o nível de demanda como forte entre abril e maio, de 8,3% para 7,7% do total, e também redução, em maior magnitude, da parcela dos que o consideram fraco, de 45,7% para 31,3% do total.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) permaneceu estável em 74,7% entre abril e maio. O resultado é reforçado pela relativa estabilidade – avanço de 0,1 ponto percentual – do NUCI na métrica de médias móveis trimestrais, em 74,6%.


Fonte: Economia SC

Custo da Construção avança em maio, aponta FGV

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em maio, taxa de variação de 0,13%, acima do resultado do mês anterior, de -0,08%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de -0,04%. No mês anterior, a taxa havia sido de -0,18%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,27%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,00%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de -0,04%. No mês anterior, a taxa havia sido de -0,21%. Dos quatro subgrupos componentes, apenas um apresentou acréscimo em suas taxas de variação, materiais para estrutura, cuja taxa passou de -0,67% para -0,10%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de -0,07%, em abril, para -0,05%, em maio. Neste grupo, vale destacar a aceleração de carreto para retirada de entulho, cuja taxa passou de 0,66% para 1,84%.

Mão de obra

O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,27% em maio, ante 0,00% no mês anterior. Esta variação ocorreu devido aos reajustes salariais de Salvador e Brasília.

Capitais

Quatro capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre registraram desaceleração.


Fonte: Notícias do Dia

Vereadores de Florianópolis contestam plano apresentado pela prefeitura para o mandato

Destacado como lei que materializa o planejamento e as execuções de políticas públicas para os próximos quatro anos, o PPA (Plano Plurianual) de Florianópolis tem sido alvo de contestação dos vereadores de Florianópolis. Na semana passada, o projeto chegou a ser retirado de votação sob o risco de não ser aprovado. Uma das propostas é de que o plano retornasse para o executivo para ser reformulado. Nesta segunda-feira (29), a proposta deve voltar à pauta de discussões na Câmara.

Segundo o relator da matéria, vereador Gabriel Meurer (PSB), o objetivo da Câmara é de que o documento aprovado tenha conexão com as reais demandas da cidade: “O PPA é um copia e cola a cada administração. Se a Câmara fizer o mesmo de sempre a cidade continua nesta mesmice. Não estamos mudando o plano de governo, mas melhorando”, afirmou o vereador.

Entre os principais questionamentos estão a falta de conexão entre objetivos e metas do governo, a livre transferência de 30% dos recursos sem prévia aprovação legislativa, além da inclusão de temas alheios às finalidades de algumas pastas, como a inclusão do subsídio do transporte público e os planejamentos de habitação no orçamento da Assistência Social. Uma das emendas, do vereador Maikon Costa (PSDB), prevê a criação de item exclusivo para habitação no PPA.

“Não sei como que os vereadores estão percebendo a importância desse instrumento, o quanto ele deveria ser usado de forma adequada e o quanto ele passa nessa casa de qualquer jeito. O formato apresentado não corresponde às diretrizes de um PPA”, afirmou o vereador Marquito (PSOL) que propôs devolução ao executivo para readequações. Segundo o vereador, o processo não contou com participação popular, tendo sido realizada apenas uma audiência pública com a presença de um único membro da sociedade civil.

O projeto deveria ser votado na sessão de quarta-feira, dia 24 de maio, mas acabou retirado de pauta a pedido do vereador Celso Sandrini (PMDB), único que subiu à tribuna para defender o governo. “Quem ganhou a eleição apresenta o PPA, e depois a câmara tema possibilidade de fazer emendas. Agora não se pode questionar porque o executivo fez essa peça. Ele falou nos programas eleitorais que ia fazer isso”, afirmou na tribuna.

Orçamento impositivo e fim da livre movimentação de recursos vão a votação

A expectativa nesta segunda-feira é de que a base do governo aceite boa parte das emendas propostas na Comissão de Orçamento. Isso se fez necessário após a base do governo vislumbrar um impasse diante da falta de votos necessários para aprovar o documento. Na sessão do último dia 24, que tinha na pauta exclusivamente a discussão do PPA, Maqruito (PSOL), Renato Geske (PSOL), Afrânio Boppré (PSOL), Lino Peres (PT), Vanderlei Farias, o Lela (PDT), Pedrão (PP) e Celso Sandirni (PMDB) participaram da discussão no plenário.

Além do fim do remanejamento sem consulta de 30% do orçamento e da supressão do artigo que permite alteração do PPA de acordo com as necessidades que surgirem na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), o relatório também traz o advento do orçamento impositivo, destinando R$ 500 mil para obras e R$ 100 mil para subvenções propostas pelos vereadores.

“O relatório foi assinado por todos os cinco membros da Comissão, eu imagino que eles vão votar com o relatório, não faria sentido o contrário”, afirmou o relator Gabriel Meurer. Assinaram o relatório Jeferson Backer (PSDB), Rafel Daux (PMDB), Erádio Gonçalves (PSD) e Renato Geske (PSOL).

Procurado para esclarecer se o governo acataria as emendas propostas, o vereador Celso Sandrini disse que não responde mais como vereador, da qual é suplente de Tiago Silva (PMDB), que está na Secretaria do Consumidor. No entanto, Tiago Silva não confirmou se retorna para a Câmara.

Roberto Katumi (PSD), líder do governo, disse que a base estaria inclinada a aceitar parte das emendas propostas. O projeto precisa de 12 votos para ser aprovado.

“Não existe esse problema de engessar o governo. As novas emendas propõe que o remanejamento de recursos pode ser feito a qualquer momento desde passe pela Câmara”, Gabriel Meurer (PSB).
“O ideal é que não tivesse esses 30% de remanejamento. Mas temos que ver o real. Imagina se qualquer alteração tiver que encaminhar aqui para câmara, será uma guerra ideológica”, Celso Sandrini (PMDB).


Fonte: Notícias do Dia

Limpeza dos balneários do Norte da Ilha após ressaca depende do recuo da maré

A chuva intensa do fim de semana em Santa Catarina e a oscilação da maré em Florianópolis não permitiram que os agentes da Defesa Civil de Florianópolis trabalhassem na limpeza das praias do Norte da Ilha após a ressaca que atingiu os balneários há uma semana. O cenário da região neste domingo (28) permanecia o mesmo do início da semana passada, quando a maré alta causou grandes estragos na praia de Canasvieiras e Ingleses, o que assustou e gerou transtornos aos moradores e comerciantes.

A ressaca do mar que começou na segunda-feira (22) destruiu metade de um bar em Canasvieiras, um muro de uma casa à beira do mar e encobriu totalmente a faixa de areia. Na tarde deste domingo, o mar parecia mais agitado do que o início da semana, com oscilações entre recuo e avanço de maré.

Em Canasvieiras o mar ainda encobria toda a faixa de areia e no trapiche, com a força da água, chegava a molhar as pessoas que filmavam e fotografavam a situação. Em Ingleses, postes e fios ainda estão dentro da água e o mar agitado ainda atraía muitos curiososao local.

Conforme o agente da Defesa Civil de Florianópolis Marcos Roberto Leal, na semana passada foi realizda uma pré-reunião para iniciar o trabalho de limpeza nas praias. Porém, a força-tarefa prevista para acontecer nesta segunda-feira (29) ainda não está confirmada. Para que o trabalho seja realizado a maré precisa ter recuado, segundo ele.

“Nesta segunda-feira devemos sentar para conversar novamente e dar andamento ao planejamento de limpeza. Já sabemos que ela deve começar por Canasvieiras, mas precisamos do mar 100% recuado em seu estado normal. Até o momento tivemos muitas oscilações da maré, o que impede de começarmos. A previsão é que nesta semana ele já recue”, comentou.

Sobre o muro da casa à beira mar de Canasvieiras que ameaçava cair, Leal diz que o muro foi retirado para a reestruturação do local. Disse ainda que a casa está desocupada, o que diminui o risco da situação. De acordo com a Epagri/Ciram, o tempo deve ser chuvoso no Estado pelo menos até quarta-feira, com alerta de alto volume de chuva e ventos fortes.


Fonte: Notícias do Dia

Feirão da Caixa em Florianópolis fecha 1.724 negócios e supera vendas de 2016

O público ficou abaixo do esperado, mas o volume de negociações surpreendeu a organização do 13º Feirão Caixa da Casa Própria, realizado entre sexta (26) e domingo (28) no Centrosul, em Florianópolis. Segundo dados da Caixa, foram fechados 1.724 negócios, superando os 1.696 negócios fechados no ano passado. Já o número de pessoas que passaram pelo feirão caiu praticamente pela metade, em relação aos mais de 10 mil presentes no ano passado.

Na avaliação da organização, as pessoas que compareceram ao 13º Feirão estavam mais dispostas a fechar negócio que especular. Prova disso foi o volume de negócios fechados. Apesar de ter confirmado e prospectado mais que em 2016, o volume total dos negócios fechados foi de R$ 339 milhões, R$ 14 milhões a menos que ano passado. Isso se deve principalmente ao valor médio dos imóveis comprados, que este ano ficou em torno de R$ 196 mil. Em 2016 o preço médio estava em torno de R$ 208 mil.

O feirão reuniu 7.900 imóveis, entre novos e usados, de 38 construtoras da região metropolitana. O objetivo do feirão é o facilitar a aquisição da casa própria com os serviços no mesmo local. Todos os imóveis, incluindo os adquiridos na planta, têm seguro da Caixa, o que garante a conclusão das obras em andamento.

No Feirão, a Caixa também ofereceu os imóveis usados que foram tomados dos proprietários por falta de pagamento. São oportunidades com valores mais em conta, mas que em alguns casos o antigo proprietário ainda reside no local. Nessa situação, a Caixa quita os possíveis débitos de condomínio e de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

Apesar da crise econômica que atravessa o país, o setor imobiliário calculou um crescimento de 25% nos financiamentos durante os primeiros três meses de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado. A intenção é terminar o ano com um crescimento oscilando entre 30% e 35%.

A Caixa responde por 70% dos financiamentos habitacionais no Brasil. O feirão foi realizado ao em outras 12 cidades do país.

>> Os números do Feirão da Caixa de 2017 em Florianópolis

- 5.200 pessoas passaram pelo Centrosul;
- 1.724 imóveis foram negociados;
- R$ 338milhões foi o valor financiado em três dias;
- R$ 196 mil foi a média dos financiamentos.

Os números do Feirão da Caixa de 2016 em Florianópolis

- 10.234 pessoas passaram pelo Centrosul;
- 1.696 imóveis foram negociados;
- R$ 353.900.890,00 foi o valor financiado em três dias;
- R$ 208 mil foi a média dos financiamentos.

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