Clipping Diário - 25/05/2017

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Fonte: Exame

Confiança do comércio recua em maio após 5 meses de alta, diz FGV

A confiança do comércio brasileiro recuou em maio, após avançar por cinco meses seguidos, por conta da piora das expectativas, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil apresentou neste mês queda de 0,5 ponto e chegou a 88,6 pontos, com queda nas expectativas mas estabilidade na avaliação sobre a situação atual.

“Mesmo após ter avançado expressivamente nos meses anteriores, a acomodação da confiança do Comércio em maio ocorre em um patamar ainda baixo em termos históricos”, disse o superintendente de estatísticas públicas da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr, em nota.

Ele ressalta que o indicador pode ser ainda mais afetado pela recente instabilidade política que ronda o presidente Michel Temer.

“A coleta de dados para a pesquisa de maio já estava quase terminando quando foi deflagrada uma crise política, no dia 17, com potencial para aumentar o grau de incerteza econômica e afetar o ritmo (já lento) de recuperação do setor”, conclui.

A maior influência para a leitura veio de Índice de Expectativas (IE-COM), que caiu 1 ponto em maio e foi a 94,8 pontos, enquanto o Índice de Situação Atual (ISA-COM) ficou estável em 82,9 pontos.

As empresas apontaram três fatores limitantes para a melhora dos negócios: demanda insuficiente, custo financeiro e acesso a crédito bancário.

Na véspera, a FGV informou que a confiança do consumidor brasileiro voltou a melhorar em maio diante do recuo da inflação e dos juros em queda, mas o indicador também poderá ser afetado pela crise política nos próximos dados.


Fonte: Exame

Como alavancar suas vendas sem ter de investir um centavo

No Brasil, perguntas desse tipo são muito frequentes. Bem mais frequentes do que razoáveis. Mesmo correndo o risco de perder algum ou alguns leitores pelo meio do caminho, eu prefiro ser franco e dizer que não se pode esperar ganhar dinheiro o aumentar receitas sem que seja necessário algum investimento.

Ainda que pequeno, mesmo que seja em tempo e dedicação, algum tipo de esforço e investimento será necessário. Portanto, para aqueles que esperam isso, meu conselho é: mudem de ideia e partam para algo mais produtivo.

Alavancar vendas, ou melhor, iniciativas para alavancar vendas dependem de quais as razões pelas quais suas vendas não são maiores hoje.

Iniciativas bem-sucedidas precisam endereçar algum gargalo ou algum obstáculo que o impedem de vender mais.

Assim, uma primeira coisa que você pode fazer é buscar entender melhor o seu negócio e, com isso, identificar tais gargalos e obstáculos.

Analisar o seu negócio com sua equipe é uma atividade que você pode executar periodicamente. Sua equipe de vendas sabe de coisas que você não sabe, pois estão no dia a dia, no corpo a corpo com seus clientes e potenciais clientes.

Usar o conhecimento de sua equipe de vendas para gerar iniciativas pode ser muito efetivo e você só terá que investir o seu tempo e o dos seus vendedores para fazer isso.

Escutar seus clientes também é uma outra alternativa que pode custar pouco e dar a você muitas ideias do que fazer para alavancar suas vendas.

Avalie com eles o que você faz certo, errado e o que você poderia fazer para melhorar as suas ofertas. Descubra qual o caminho que seu cliente faz para comprar de você – a chamada jornada do cliente – e veja como melhorar a experiência dele.

Seja para ouvir sua equipe ou o seu cliente, você investirá o seu tempo, o de sua equipe e o tempo do seu cliente. Tempo é dinheiro, então tenha a certeza de que irá utilizá-lo da melhor forma possível.

Às vezes, investir em uma consultoria especializada pode parecer muito dinheiro, mas pense nas consequências de um trabalho mal feito, do desperdício de tempo do seu cliente ou de sua equipe e quanto dinheiro isso poderá fazer você perder – além da frustração de não ter o resultado pretendido.

É um ditado antigo, mas sempre válido nestes casos: “o barato pode sair caro”, já que, além de você não alavancar vendas, ainda pode perder clientes.

O marketing de conteúdo também é uma boa forma de ampliar a divulgação de sua empresa a custos baixos. Ofereça conteúdos interessantes, curiosidades sobre o mercado, dicas valiosas etc. Maior alcance: Saiba como a WorldSense pode distribuir seu conteúdo para milhões de leitores engajados Patrocinado

Lembre-se de postar suas publicações com determinada frequência e não esqueça de colocar sua logomarca em tudo. Esse cuidado serve tanto para ser lembrado, quanto para que outras pessoas conheçam sua marca quando seu conteúdo for compartilhado nas redes sociais.

Você não irá gastar nada, só investir algum tempo na construção do conteúdo. Mas é importante que você peça ajuda para a redação. Escrever certo e de forma objetiva é importantíssimo para captar a atenção de seu potencial cliente e cuidado com a propaganda. Às vezes é barata, mas exagerar na publicidade em redes sociais tem efeito contrário e afasta o cliente de você.

Enfim, como disse, existem várias formas, com custos bem baixos, de você partir para iniciativas que podem melhorar suas vendas. Mas todas elas vão exigir seu tempo. E, às vezes, tempo é o que você não tem. Muitas ideias e iniciativas não vão a frente por causa disso e as empresas perdem oportunidades valiosas.

Às vezes, investir de forma sensata e pensada é bem mais efetivo e se paga bem rápido. Às vezes, poucos ou nenhum centavo lhe trarão apenas dores de cabeça.


Fonte: Economia SC

Epagri atendeu 680 famílias no Plano Brasil Sem Miséria

A Epagri está finalizando sua atuação no Plano Brasil Sem Miséria e tem motivos para comemorar. A empresa atendeu 680 famílias rurais catarinense em situação de extrema pobreza, que desenvolveram projetos para suas propriedades e receberam recursos federais para implementar tais propostas. O resultado foi tão positivo que a empresa já avalia a possibilidade de estender a extensão rural para outras famílias catarinenses nessa condição.

A Epagri está produzindo o relatório final do Plano Brasil Sem Miséria, que será entregue em junho ao Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) e Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), instituições responsáveis pela ação. Em maio, técnicos da Epagri e dos dois órgãos federais reuniram-se em Videira para avaliar os trabalhos desenvolvidos no Estado. Na reunião, foram levantados os pontos positivos, as dificuldades e apontadas sugestões de aprimoramento do plano.

O plano foi lançado pelo governo federal em 2012, mas a Epagri começou a atuar em 2014, quando fez o levantamento das famílias rurais que poderiam se encaixar na proposta. Num primeiro momento, a empresa identificou cerca de mil famílias que poderiam ser beneficiadas, mas algumas não se encaixaram nas exigências da proposta, que tinha como um dos critérios renda mensal não superior a R$ 85 por familiar.

Para as 680 famílias enquadradas no plano, os técnicos da Epagri desenvolveram projetos de assistência técnica e extensão rural. Todas as propostas foram desenvolvidas em parceria com os assistidos e visavam a produção agrícola de subsistência, com possibilidade de venda do excedente. Assim, foram desenvolvidos projetos principalmente para criação de galinhas, de porcos ou de vacas, instalação de hortas ou de pomares e também para incrementar a produção de artesanatos.

Cada família recebeu duas parcelas de investimentos, a primeira de R$ 1,4 mil e, a segunda, de R$ 1 mil. Os valores, que não precisarão ser pagos pelo agricultor, foram aplicados nas propriedades seguindo o plano estabelecido em conjunto com a Epagri. Os projetos garantiram segurança alimentar a estas pessoas, que muitas vezes só encontram trabalhos sazonais no meio rural. Na maioria dos casos, trabalham de dois a três meses por ano em colheitas e passam os outros meses sem ocupação fixa.

São família que residem em pequenas propriedades rurais, muitas não regularizadas e que, por isso, estavam fora das cadeias produtivas e não conseguiam acessar outras linhas de financiamentos voltados para a agricultura familiar. “Elas passaram a ter visibilidade, a serem enxergadas pela extensão rural”, descreve Célio Haverroth, coordenador de políticas públicas da Epagri, apontando este como um dos principais ganhos do trabalho. Ele explica que, mesmo após o encerramento do plano, estas famílias continuarão recebendo assistência técnica da empresa para seguirem seus cultivos.

Na avaliação de Célio, o projeto acabou indo além da proposta inicial; ele permitiu o aumento da autoestima deste público, que na sua maioria estava à margem da sociedade. “Esse trabalho dá um novo horizonte a estas famílias”, conta o coordenador da Epagri. Célio também destaca o protagonismo feminino. Na maioria dos casos, a mulher era a responsável por receber os recursos e tocar o projeto, reforçando seu papel na família.

De acordo com Célio, o MDSA já mostrou interesse de promover aditivos ao projeto, de modo que a Epagri possa dar sequência ao trabalho nos próximos anos, atendendo outras famílias rurais catarinenses em condição de extrema pobreza. O assunto será debatido durante o mês do junho entre a diretoria da Epagri e representantes do Ministério.


Fonte: Economia SC

Dívida pública sobe 0,32% em abril

A Dívida Pública Federal, que inclui o endividamento interno e externo do Brasil, aumentou em abril. O estoque da dívida apresentou aumento de 0,32%, passando de R$ 3,234 trilhões, em março, para R$ 3,244 trilhões, em abril, informou hoje (24) a Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais, teve seu estoque ampliado em 0,30%, ao passar de R$ 3,113 trilhões para R$ 3,123 trilhões, devido aos gastos com juros, no valor de R$ 21,75 bilhões, descontado pelo resgate líquido, no valor de R$ 12,37 bilhões.

Com relação ao estoque da Dívida Pública Federal Externa, captada do mercado internacional, houve aumento de 0,81% sobre o estoque apurado em março, encerrando o mês de abril em R$ 121,28 bilhões (US$ 37,92 bilhões). “A variação ocorreu principalmente devido à desvalorização do real frente às principais moedas que compõem o estoque da dívida externa”, diz relatório do Tesouro.

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. A variação pode ocorrer também pela assinatura de contratos de empréstimo. Neste caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.


Fonte: Notícias do Dia

Lombofaixas da SC-405 geram diferentes opiniões entre os moradores do Sul da Ilha

As nove lombofaixas da rodovia Francisco Magno Vieira (SC-405) estão aumentando os congestionamentos no Sul da Ilha, mas ao mesmo tempo proporcionam mais segurança para os pedestres, situação que divide opiniões entre os moradores da região. Quem mora na localidade da Cachoeira do Rio Tavares é favorável à manutenção dos redutores de velocidade, mas quem vive em outros bairros defende a retirada. Por meio da assessoria de imprensa, o presidente do Deinfra (Departamento Estadual de Infraestrutura), Wanderley Agostini, informou que as lombofaixas serão mantidas em função da redução no número de ocorrências e porque estão dentro do padrão.

Depois da construção da terceira pista, em 2011, o Deinfra colocou as faixas elevadas e reduziu a velocidade da rodovia para 40km/h, mas os redutores foram construídos fora do padrão e várias residências e comércios sofreram com as rachaduras. Com isso, o órgão do Estado reconstruiu as lombofaixas no segundo semestre de 2016 e, agora, são as filas que incomodam os moradores das outras localidades do Sul da Ilha.

O presidente do Conselho Comunitário da Fazenda Rio Tavares, Ariel Nunes, defende a troca das lombofaixas pela fiscalização eletrônica ou cobra a readequação. Isso porque a resolução 495/14 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) prevê no artigo 4º que altura deve ser igual a da calçada, desde que não ultrapasse 15 cm. O problema é que só existe calçada em um dos lados da SC-405.

A resolução ainda é mais específica no item três do artigo 5º, que estabelece os critérios onde as faixas não podem ser construídas. O tópico proíbe onde não há calçadas. “Vamos protocolar no Deinfra o pedido para a readequação dos redutores e a construção de duas passarelas. Também existem faixas de pedestres em duplicidade e sem pintura em outros pontos, que ferem a resolução”, lamentou Ariel.

O aposentado João Alves pensa diferente. Ele perdeu a mãe vítima de atropelamento na região há 14 anos. “Também não gosto das lombofaixas, mas elas são necessárias para a segurança dos moradores. É só observar a velocidade que os veículos utilizam entre uma lombada e outra”, justificou.

Casas conservam as marcas das rachaduras

A costureira Rosa Santana Lages conserva nas paredes da sua casa, na servidão Alfro Alves, as marcas das rachaduras pela construção das lombofaixas. Mesmo após a reconstrução, ela informa que ainda sente a vibração. “Melhorou bastante, mas a casa ainda vibra quando passam os caminhões. Sem falar que estou esperando a perícia do Deinfra até hoje. Gostaria de manter a casa em bom estado de conservação, mas se arrumar as rachaduras voltarão”, desabafou.

O morador João Alves lembrou que o acordado no Deinfra, em 2011, foi a construção de retornos e de ilhas de concreto para a travessia. Infelizmente, nada foi feito como o combinado, segundo o morador. Moradora do Rio Tavares há 15 dias, a dona de casa Maria Venâncio, 25, defende as lombofaixas. “Sem as lombadas ficaria impossível atravessar essa rodovia pelo fluxo e velocidade dos veículos”, observou na companhia dos filhos João Pedro e Pedro Henrique.

A assessoria do Deinfra confirmou que as lombofaixas, agora, estão dentro dos padrões e serão mantidas pela SC-405 e informou que não há projeto para a construçãode passarelas. Segundo o comandante do 19º Grupamento da Polícia Militar Rodoviária, sargento Denílson Rosa, que atende a região, a corporação confirma a redução dos acidentes, assim como reconhece o aumento nos congestionamentos.

Resolução Contran Nº 495 DE 05/06/2014

Estabelece os padrões e critérios para a instalação de faixa elevada para travessia de pedestres em vias públicas.

Art. 3º A faixa elevada para travessia de pedestres deve atender a projeto-tipo constante do ANEXO I da presente Resolução e apresentar as seguintes dimensões:

IV - Altura: deve ser igual à altura da calçada, desde que não ultrapasse 15 cm. Em locais em que a calçada tenha altura superior a 15 cm, a concordância entre o nível da faixa elevada e o da calçada deve ser feita por meio de rebaixamento da calçada, conforme estabelecido na norma ABNT NBR 9050.

Art. 5º A faixa elevada para travessia de pedestres não pode ser implantada em trecho de via em que seja observada qualquer uma das seguintes características:

III - pista não pavimentada, ou inexistência de calçadas.


Fonte: Notícias do Dia

Bairros sem água na Grande Florianópolis devem ter situação normalizada até quinta

Os bairros da Grande Florianópolis que continuam sem água desde o rompimento de uma adutora no domingo (21) devem ter a situação normalizada a partir da madrugada desta quinta-feira (25), afirmou a Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento).

Segundo a companhia, a adutora que se rompeu após as chuvas do final de semana, em Santo Amaro da Imperatriz, capta água do rio Pilões, para depois passar pela ETA (Estação de Tratamento de Água) Cubatão. Na noite desta quarta-feira (24), a estação – que também recebe água do rio Cubatão – estava operando com 2.800 litros por segundo, sendo a média comum de 2.500 litros por segundo.

“A operação de conserto da adutora está consolidada e a máquina está toda aberta para abastecer a Grande Florianópolis”, disse a Casan por meio da assessoria de imprensa. Ainda conforme a empresa, a situação ainda não foi normalizada em algumas áreas porque os reservatórios dos imóveis estão abaixo do habitual e há mais dificuldade para a chegada às áreas mais altas.

As últimas regiões que devem receber água, de acordo com a companhia, são as partes mais altas de Biguaçu e São José, e bairros da bacia do Itacorubi, em Florianópolis, entre eles Itacorubi, Trindade, Córrego Grande e Pantanal.

“A expectativa é de que irá normalizar nesta madrugada, e amanhã [quinta] surjam apenas problemas pontuais causados pela alta pressão da água”, acrescentou a empresa.


Fonte: Notícias do Dia

Servidores de Florianópolis decidem por estado de greve em assembleia

Em assembleia geral realizada na tarde desta quarta-feira (24), na praça Tancredo Neves, os servidores da prefeitura de Florianópolis aprovaram o estado de greve, com uma abstenção dos 1,5 mil presentes. No dia 6 de junho, ocorre nova reunião da categoria, quando será votada a proposta de paralisação.

Conforme o presidente do Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis), Alex Santos, durante a assembleia foram apresentadas as respostas do Executivo em relação às propostas apresentadas pelo sindicato, o que causou insatisfação e a decisão pelo estado de greve.

“Nós temos uma assembleia marcada para o próximo dia 6, às 13h30, onde iremos votar pela greve ou não. Tudo indica que teremos greve, pois a prefeitura não deu nenhum retorno positivo de relevância para os servidores”, disse Alex.

Na pauta está a data-base 2017, com reivindicações que já haviam sido aprovadas em assembleia realizada em 18 de abril, com base em sugestões dos locais de trabalho e do conselho deliberativo.

São 45 cláusulas, entre elas a reposição do índice inflacionário; aumento real de 5%; auxílio alimentação para todos, no valor de R$ 22; pagamento de promoções atrasadas e retroativas; incorporação de gratificações aos vencimentos e proventos; e realização de concurso público para ocupação de vagas em aberto.

Caso seja aprovada, esta será a segunda greve do funcionalismo municipal da gestão Gean Loureiro (PMDB), que enfrentou uma mobilização de 38 dias em protesto contra o pacote de reformas encaminhado pelo Executivo à Câmara.

Em nota, a Prefeitura de Florianópolis lamentou a decisão da assembleia, “mas diante do cenário financeiro atual e da Lei de Responsabilidade Fiscal fica impedida de conceder o reajuste pedido pelos servidores. Mantém a disposição de diálogo que sempre teve com a categoria, nas diversas reuniões realizadas durante o mês de maio, buscando atender aos pontos das reivindicações que não tenham impacto financeiro."


Fonte: Notícias do Dia

Prefeitura promete aumentar a força de trabalho no elevado Rio Tavares, em Florianópolis

Sete funcionários trabalhavam na tarde desta quarta-feira (24) na construção do elevado do Rio Tavares, em Florianópolis. A obra que promete desafogar o trânsito no Sul da Ilha começou em 2014 e deveria ter sido entregue em 2016, mas segue a passos lentos. O elevado terá um custo de R$ 32 milhões, sendo R$ 15 milhões das obras e R$ 17 milhões das desapropriações. A prefeitura informou que nas próximas semanas vai aumentar a força de trabalho, após uma desapropriação que impede o avanço da obra. O objetivo é entregar o elevado até o fim de 2017.

Em março deste ano, o prefeito Gean Loureiro (PMDB) regulamentou a lei que permite parceria público-privada (PPP) para desapropriações em obras de interesse público. Com a nova lei, os proprietários dessas residências vão receber um índice imobiliário para vender no mercado em troca da retirada das casas. O objetivo foi aliviar o custo da obra em R$ 6,5 milhões, receita que seria antecipada pelas construtoras interessadas.

O aposentado Renato dos Santos, 59, reside no bairro Campeche e espera pelo fim da construção do elevado para perder menos tempo nas filas. Infelizmente, ele aponta indícios da lentidão dos trabalhos. “Para ter uma ideia da operação tartaruga implementada aqui é só observar o limo nas madeiras. A partir daí você tem uma ideia de como o trabalho é lento”, reclamou o morador do Sul da Ilha.

O elevado terá 220 metros de extensão, com início na SC-405 e saídas na rodovia Antônio Luiz Moura Gonzaga. A obra foi projetada para os próximos 30 anos de Florianópolis e faz parte de uma série de grandes projetos para desafogar o sistema viário do Sul da Ilha.

Durante a disputa do segundo turno da eleição municipal, em 2016, Gean elegeu o elevado como prioridade na sua administração. A obra começou na gestão do ex-prefeito César Souza Júnior (PSD), que justificou o atraso pela queda na arrecadação para quitar as desapropriações e pela descoberta de um sítio arqueológico.

Quitação de uma desapropriação deve acelerar a obra

Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria de Infraestrutura informou que o elevado do Rio Tavares é uma prioridade para a atual gestão. Segundo a nota, o objetivo da prefeitura é que até o final deste ano os veículos já possam utilizar a estrutura. Para isso, a prefeitura está quitando nesta semana uma das desapropriações, que desde o ano passado estava impedindo o avanço da obra.

De acordo com o comunicado, com essa desapropriação concluída, nas próximas semanas vai começar uma força maior de trabalho, possibilitando a colocação do pilar central da estrutura e o término até a data prevista. Técnicos da prefeitura estão em contato diário com a empreiteira responsável pela obra para manter os prazos.


Fonte: Notícias do Dia

Grupo de empresários cria plano de saúde para animais em Florianópolis

Da paixão pelo cachorro Dexter, um Spitz Alemão de 2 anos, o empresário Paulo Ney de Almeida Filho de Florianópolis decidiu montar uma empresa junto com um grupo de amigos, que ofereça plano de saúde aos pets. O empresário conta que Dexter teve uma complicação de saúde após ingerir veneno, no ano passado, e com o objetivo de salvar a vida do cão, ele e a família fizeram de tudo, o que custou muito caro, mas mantiveram Dexter com eles, agora cheio de saúde.

Diante da situação surgiu a ideia de criar um plano de saúde que oferecesse assistência com preço acessível aos pets, de forma organizada, planejada e preventiva. O MedPets tem planos que variam de R$ 79,90 a R$ 189,90, cobrindo desde vacinação a cirurgias e internações. “É muito fácil, o dono do animal assina o plano, que deve ser pago mensalmente, e em no máximo 30 dias recebe uma carteirinha em casa com a foto e identificação do pet e do dono. E aí já pode marcar consultas e usufruir de todo o serviço”, explica Paulo Ney.

Os sócios estudaram o mercado durante cerca de um ano e meio. “Fomos a São Paulo, onde já existe esse modelo, conhecemos como funciona e solicitamos uma pesquisa que, surpreendentemente, mostrou que mesmo com a recessão econômica do país, este é um mercado que continuou crescendo”, ressalta o empresário.

A empresa está registrada junto ao CRMV-SC (Conselho Regional de Medicina Veterinária) de Santa Catarina, e oferece 16 clínicas conveniadas em Florianópolis e Grande Florianópolis. “Procuramos credenciar clínicas de referência de atendimento com qualidade, com bons produtos e serviços”, destaca.

Ideia aprovada

Enquanto caminha com Cora, de um ano e meio, o comerciante Roberto Adilson da Silva, 42 anos, diz que aprova a ideia e discutirá com a família a possibilidade de aderir ao plano. “Quando tenho que gastar com minhas duas cadelas, o gasto sempre é alto e dói no bolso. Seria um investimento para a vida dos bichinhos. Normalmente gasto com vacinas e imprevistos”, diz.

O estudante de economia Gabriel Xavier, 20, que nas horas vagas atua como “dog walker”, diz que tem trabalhado o assunto de planos de saúde para pets na universidade e que acha a ideia genial. “Eu e um grupo de colegas estamos justamente trabalhando com isso. Economicamente é ótimo e muito válido para quem ama os bichos”, salienta.

Conforme a veterinária Luiza da Silva, que atua na empresa MedPets, os animais são iguais a crianças quando vão ao pediatra, pois quando são levados ao veterinário não sabem ‘dizer’ o que estão sentindo.

“Embora a vida dos pets seja mais curta que a de um ser humano, nós podemos dar uma expectativa de vida maior a eles, cuidando da prevenção e das doenças. Geralmente o dono de um animalzinho só leva o pet para o veterinário quando ele já está muito doente. A consequência pode ser o risco da perda do bichinho e um gasto grande no bolso. O plano vem para justamente trabalhar com a estratégia de saúde dos pets”, explica.

A veterinária ainda destaca que se os pets passarem periodicamente por exames de rotina, vacinação e check-ups, podem prevenir problemas futuros. “Ainda não há a cultura da prevenção com os pets. Mas pode ser muito mais vantajoso. Como médica veterinária já vi muitas vezes os donos de cães e gatos deixarem em uma noite R$ 1.500 com o serviço do profissional. Valor que poderia ter sido investido por um bom tempo, garantindo a assistência ao animalzinho e até prevenindo algo mais sério”, completa. A MedPets fica na avenida Trompowsky, 165 B, no Centro de Florianópolis.

>> Planos e a cobertura

Plano Essencial – R$ 79,90: Cobre consultas com o médico veterinário, plantão de atendimento, vacinas como raiva e polivalente, exames laboratoriais, curativo, aplicação de medicamentos, , imobilizações simples e suturas.

Plano Golden – R$ 129,90: Cobre tudo que o plano essencial cobre mais o serviço de ultrassom abdominal e pélvico, pesquisa de fezes e hemoparasitas, radiografia, sondagem, castração e internação.

Plano Premium – R$ 189,90: Cobre tudo que os demais planos cobre, com o adicional de consultas com especialistas, exames como ecocardiograma e eletrocardiograma, vacinas como giárdia, gripe, polivalente e raiva, tratamento para vermífugo, teste como cinomose, 4DX, parvovirose, leishmaniose, erliquiose e FIV/FELV, fisioterapia, fluidoterapia, oxigenação e procedimentos cirúrgicos.


Fonte: Administradores

Intenção de renovar estoques cresce no comércio por dois meses seguidos

Pela primeira vez desde o início de 2014, a intenção dos comerciantes brasileiros de investir em estoques cresceu por dois meses consecutivos. O Índice de Investimentos em Estoques, um dos componentes do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), subiu 1% em maio, em comparação a abril, e 2,8% em relação a maio do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (24), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Embora positivo, o índice atingiu 84,5 pontos em uma escala de 0 a 200, o que significa, na avaliação da economista da CNC Izis Ferreira, que ele “ainda está na zona de avaliação negativa” , abaixo de 100 pontos, e precisa, portanto, manter o crescimento registrado em abril e maio para passar a uma percepção positiva.

Segundo Izis, não há como se afirmar que a recuperação na intenção de investir em estoques vai se manter nos próximos meses, devido à crise gerada pela delação dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da empresa JBF, com acusações contra o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), entre outras pessoas.

“É possível até que sim [os estoques cresçam], porque a recente recuperação de alguns indicadores da atividade econômica já estavam até contratados, porque o custo de oportunidade de manutenção de estoques vem diminuindo. No momento em que você tem o processo de redução da taxa de juros, o custo de oportunidade associado aos estoques diminui também”, admitiu.

Além disso, o barateamento do crédito favorece o aumento da intenção de investimentos em estoques.

Recuperação

Izis disse ainda que a expectativa mais positiva dos comerciantes também está relacionada ao quadro do mercado de trabalho, que continua deteriorado, mas a crise não vem se aprofundando. O fechamento de vagas tem diminuído e em alguns setores específicos já há saldo líquido de postos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

A economista lembrou que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vem apurando quedas cada vez menores no comércio e alguns segmentos já apresentam taxas positivas. Em março, por exemplo, registrou-se aumento das vendas de material de construção, artigos de vestuário, móveis e eletrodomésticos.

“Com esses resultados menos negativos e, em alguns casos, mais positivos, os comerciantes começaram a enxergar que o pior já havia passado. Nesse sentido, no caso dos estoques, aumentaram as intenções de investir em estoques, pelo segundo mês seguido, nas duas bases de comparação, o que a gente não observava desde o início de 2014”.

Trata-se de um movimento lento, mas progressivo, segundo Izis Ferreira, que avalia que a recuperação percebida pelo comércio pode refletir no aumento das encomendas à indústria. Izis Ferreira avaliou que se confirmou a ampliação projetada do volume de vendas na Páscoa e no Dia das Mães, em relação aos mesmos eventos do ano passado, o que reduziu o nível de estoques no comércio. “Portanto, é natural que a intenção de investimentos em novos estoques tenha aumentado”.

Encomendas

Em comparação com maio do ano passado, a intenção de investir na renovação dos estoques por parte dos lojistas cresceu 4,6% no setor de bens duráveis (que engloba produtos eletrodomésticos, eletrônicos, móveis e decorações, cine foto e som, ótica, material de construção e concessionárias de veículos) e 3,2% em não duráveis (supermercados, farmácias, drogarias, perfumarias e cosméticos), mostrando estabilidade em semiduráveis (vestuário e acessórios, calçados, tecidos).

A economista da CNC analisou que o aumento na intenção de investir em novos estoques de bens duráveis “tem a ver com a redução dos juros, que facilita em termos de custo. Isso quer dizer que aqueles produtos que são mais sensíveis ao crédito, estão mais associados às vendas a prazo e têm um tíquete médio maior têm sido mais beneficiados”.

Apesar de mostrar a maior taxa de crescimento, o índice de investimentos em estoques do comércio de produtos duráveis, com 81 pontos, é o menor dos três grupos. Não duráveis apresentou 82,9 pontos e semiduráveis, 93,7 pontos.

Situação atual

No que diz respeito à composição das respostas que qualificam o nível dos estoques, a pesquisa da CNC revelou queda de 2 pontos percentuais em maio entre os lojistas que consideram o nível de estoques acima do adequado. A média nacional foi 29,5%, contra 31,5%, em abril.

O grupo de duráveis puxou a queda: a parcela de comerciantes que consideram os estoques acima do adequado (33,5%) caiu 4,8 pontos percentuais comparativamente a abril. A parcela de comerciantes que consideram os estoques acima do adequado ficou em 25,5% nos semiduráveis e 27,8% nosnão duráveis.


Fonte: Administradores

4 dicas para PMEs saírem na frente no dia dos namorados

Datas comemorativas como o dia dos namorados podem ser uma grande oportunidade para alavancar as vendas de um pequeno negócio, desde que se apliquem estratégias certas para atrair novos e atuais clientes. Além de buscar preços acessíveis, hoje em dia o consumidor procura mais do que apenas um produto, ele quer algo especial. Principalmente em datas como o dia dos namorados, as pessoas buscam presentes que sejam únicos e com caráter diferenciado, pois o que está em jogo é fazer o parceiro feliz.

Por isso, apenas aplicar promoções especiais já pode não ser o suficiente. Isso não significa que você precisa investir todo o dinheiro de seu negócio com uma campanha megalomaníaca. Muitas vezes, o sucesso pode estar em ações simples, direcionadas e que podem casar com a data em questão. Para o dia dos namorados, veja algumas dicas para ajudar fazer do seu produto um presente especial:

1. Planeje sua newsletter com antecedência

Para tentar alavancar suas vendas em datas comemorativas, você precisa primeiro preparar o consumidor, deixá-lo animado com o que você oferece e chamar sua atenção de forma positiva. Para poder fazer isso, você deve planejar as mensagens que quer divulgar e que diferentes canais usar e enviar com antecedência para que seus clientes considerem seu produto um presente.

Por exemplo, monte estratégias de newsletter para instigar o interesse com títulos relacionados à data. No dia dos namorados, você pode utilizar palavras como “amor”, “especial para namorados”, “crush”, “coração” e montar títulos que conversem com seu público alvo.

2. Utilize marketing de conteúdo

Se você possui um blog ou uma página no Facebook da sua empresa, não os utilize apenas para divulgar sua marca e produtos. Fale sobre seu mercado, mostre que você é um especialista e sabe do que está falando.

Escreva posts relacionados à data que tenham uma conexão com sua área de atuação e produtos. Por exemplo, se você possui uma loja de roupas, dê dicas de visuais legais para um jantar romântico no dia dos namorados.

3. Aproveite as características especiais da sua PME

Hoje em dia, produtos personalizados estão em alta. Os consumidores estão em busca de presentes especiais com significado pessoal. Pequenas empresas podem oferecer isso, pois possuem caráter criativo e de exclusividade. Muitas pessoas optam por comprar de negócios locais, e isso pode ser seu diferencial: produtos artesanais, orgânicos e sustentáveis, por exemplo, estão cada vez mais atraentes. Tanto que, de acordo com uma pesquisa feita em 2016 pela GoDaddy sobre PMEs, 82% dos proprietários de Pequenas empresas brasileiras preferem ganhar menos dinheiro com um negócio que prioriza a sustentabilidade ambiental do que ganhar mais dinheiro com um negócio que não prioriza isso. Um pequeno negócio pode demonstrar como é sustentável na prática, explicando de onde vêm suas matérias primas e detalhando seus processos.

Inclusive, de acordo com a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (2014), conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o artesanato é uma atividade econômica presente em 78,6% dos municípios brasileiros e cerca de 8,5 milhões de brasileiros geram sua principal renda a partir dessas vendas.

4. Prepare-se para alta demanda

Aplicar estratégias pré-data comemorativa pode ajudar a aumentar suas vendas naturalmente. Por isso, é necessário que você esteja pronto para atender todos os pedidos. Se você possui um site e-commerce, por exemplo, tenha estoque preparado e certifique-se de que seu site não sairá do ar em caso de muitos acessos simultâneos. Você pode fazer isso aumentando a potência da sua infraestrutura com seu provedor, adicionando capacidade de armazenamento e processamento. Se atende apenas através de mídias sociais, monte um cronograma para controlar sua produção e entrega, para ajudar a garantir que não haverá atrasos ou falta de materiais para que você possa atender aos pedidos de seus clientes.

Se você tem uma loja física, fique atento ao estoque e ao atendimento ao cliente, mesmo com a loja cheia, faça-o sentir-se confortável e em casa.

Datas comemorativas podem ser corridas para pequenas empresas. Porém, também podem ser grandes oportunidades de se destacar e atrair clientes, principalmente se aplicar estratégias inteligentes e eficazes que mostram que você entende seu mercado e oferece aos seus clientes o que eles precisam.

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